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Cruzeiro x Chapecoense: Torcida contesta arbitragem após lance de Camilo
Por Redação Raposa Azul em 05/08/2026 20:24
O embate entre Cruzeiro e Chapecoense, realizado nesta quarta-feira (5) no Mineirão, foi palco de uma discussão intensa sobre a condução da arbitragem. O confronto, válido pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil, viu a temperatura subir ainda na primeira etapa, especificamente aos 21 minutos, quando uma entrada de Camilo sobre Gerson deixou os torcedores em alerta.
O lance em questão envolveu um carrinho frontal onde o atleta da Chapecoense atingiu o tornozelo de Gerson com a sola da chuteira. Apesar da gravidade aparente da jogada, o árbitro Matheus Delgado Candançan optou por aplicar apenas o cartão amarelo, decisão que não foi revisitada pelo VAR, gerando indignação imediata nas arquibancadas e nas plataformas digitais.
Revolta nas redes sociais e omissão do VAR
A passividade da equipe de arbitragem diante do monitor de vídeo foi o principal combustível para as críticas dos cruzeirenses. A sensação de que o critério adotado foi insuficiente para a intensidade do choque prevaleceu entre os espectadores, que rapidamente tomaram as redes sociais para questionar a integridade física do jogador celeste e a qualidade do julgamento em campo.
Entre os diversos comentários, a frustração com o uso da tecnologia foi evidente:
Acho que era caso pra expulsão essa falta no Gerson! pic.twitter.com/JVrzNlXzeq
Outros torcedores foram ainda mais incisivos em suas publicações, comparando a disparidade de tratamento em lances semelhantes envolvendo clubes de diferentes estados:
Isso é pra expulsão
Um lance desse pro Flamengo ou Palmeiras era expulsão até sem VAR... pra gente o Var nem chama pqp
Gente, isso é pra expulsão vei!
O reflexo da arbitragem no desempenho do jogo
A manutenção de Camilo em campo, apesar da entrada dura, alterou o clima da partida no Mineirão. Para a torcida, a decisão de não expulsar o jogador da equipe catarinense não apenas prejudicou a dinâmica do Cruzeiro no confronto, mas também levantou sérios questionamentos sobre a consistência das regras aplicadas pela arbitragem brasileira em momentos decisivos da Copa do Brasil.
Embora a partida tenha seguido seu curso, o episódio permanece como um ponto de interrogação sobre a eficácia da tecnologia disponível e a coragem dos juízes em punir jogadas que colocam em risco a integridade dos atletas em campo.
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